O que é ser a semelhança de algo ou alguém?
Para tal dúvida, perguntei ao dicionário para ver o que ele me apresentava. Eis o que ele me disse: “Ser semelhante é ser análogo, idêntico, igual, da mesma natureza e da mesma qualidade.”
Algo nessa resposta me desassossegou. Voltei no passado!
Quando ainda menino minha mãe sempre falava que éramos a imagem e semelhança de DEUS, logo me vinha à mente, como posso parecer com Deus se Ele é barbudo, tem cabelos brancos e cumpridos, usa um vestido alvo e carrega um cajado em uma das mãos? Não, não pode ser, pensava eu, não posso ser semelhante a alguém com esse estereótipo.
Cresci e agora me vejo com a mesma dúvida de quando menino, o que é ser semelhante a algo? É claro que o homem barbudo não me vem mais a cabeça, mas o que achega-se a mim são questões mais profundas, densas, intricadas, complexas a respeito do ser semelhante. Algo que vem de dentro e abarca o todo compreensível do meu eu. Dessa forma, para por fim a inquietação e o desejo de minha alma recorri ao arquétipo mais lindo e notório de vida entre os homens, busquei no exemplo máximo da similaridade com o próprio DEUS, um homem que fez jus ao verbo tornando a palavra real, perceptível, visível, tangível e possível, este é Jesus Cristo que se fez carne e habitou entre nós.
O Seu exemplo de vida, mostrou-me pontos em que posso assemelhar-me com DEUS, o modelo que desenhou entre os homens nos enobrece enquanto indivíduos, nos faz analisar nossas práticas diárias com uno/todo, com os animais, com a natureza, com a vida, com o cosmos. Aponta com tamanha profundidade e clareza qual o elemento que liga tudo isso, que religa, que capacita, que vivifica, que unifica a todos em todos e tudo. Esse componente universal, que é o mesmo em todas as línguas, seja ela da natureza, do homem, do animal, das estrelas, das galáxias, é sempre compreensível. O componente que tem o poder de transformar e nos tornar semelhantes a DEUS foi apresentado por/em Teu filho na Sua passagem única e inesquecível sobre a mãe terra. Cristo nos deixou o legado, o melhor que havia Nele, o fruto de DEUS, o mais lindo e puro sentimento para com o próximo, Jesus apresentou e concedeu-nos o AMOR.
Foi por intermédio do AMOR que pude então, em minha humilde forma de ver, compreender o que é/e como ser semelhante a DEUS. Acredito que a passagem de Jesus por Gaia/Terra nos ensinou o que é ser Humano de fato, pois o que me faz ser mais próximo de DEUS, ou igual a ELE é ser o mais profundamente humano, humano no sentido estrito da palavra, ou seja, ser solidário, hospitaleiro, gentil, honesto, generoso, compreensível, companheiro e isso não só com o homem e sim com todos e todas as formas visíveis de matéria no universo, entendendo que somos parte desse todo harmonioso interligado pelo AMOR DIVINO. Sendo assim, Jesus de Nazaré não é Deus porque deixou de ser Humano, mas sim, foi tornando-se Humano, palavra/verbo que se fez carne, que se eternizou Divino.
Bom, hoje já posso ensinar a meu filho que ser Semelhante/Igual a DEUS, basta carregar o AMOR Dele dentro de si e praticá-lo em todas as oportunidades que brotarem na vida.
A suspensão em mim...
Beijos,
Thadeu
Que pena que os homens não conseguem imaginar o verdadeiro objativo de JESUS ao se fazer carne para abitar entre nos pois toda a humanidade ve ELE como religião mas nos o vemos como o AMOR personificado que bom que nos não somos frutos deste sistema UM ABRAÇO WILL
ResponderExcluir