Algumas reflexões pertinentes:
Para combater o que esta posto, basta apenas criticar a religião do outro, simplesmente para fazer o papel de contraposição, mas no entanto, seguir o mesmo rumo/direção radical, manipulador e opressor do criticado?
Ou devemos, primeiramente, entender as amarras que levam o indivíduo a ser oprimido/escravo/manipulado em todas as instancias da vida, quer seja ela econômica, religiosa, política, social?
Acredito que somente após o entendimento profundo da condição humana e do esclarecimento estrutural do individuo com a natureza é que poderemos avançar para rupturas de paradigmas ultrapassados/obsoletos/demodes e então, somente então, poderemos propor uma nova confecção de sociedade, na qual, o pano de fundo é o AMOR em sua mais pura, restrita e profundidade terminológica, ou seja, promovendo o respeito, a caridade, a compaixão, a benevolência, a temperança, a cordialidade, a hospitalidade, o desapego, a bondade, o domínio próprio, a benigdade, dentre outros mais.
Por fim, fica a pergunta:
Almejamos Liberdade ou nos limitamos a garantir MAIS DO MESMO?
Grato por fazer-me refletir sobre aquilo que mais sou governado a esquecer!
o/
Thadeu